Eleições do Benfica

TEMAS IMPORTANTES

Nesta página encontras cada tema fundamental da vida do Benfica e a posição de cada candidato sobre o mesmo. Um espaço que permite comparar ideias lado a lado e perceber as diferenças entre projetos.

Compromisso com o Benfica!

Comparar para decidir melhor.

Aqui encontras os principais temas que marcam o futuro do clube e as posições de cada candidato. Desde a estratégia desportiva ao papel dos sócios e ao peso institucional do Benfica, tudo organizado de forma clara para poderes formar a tua opinião.

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Áreas chave

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Candidatos

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Ideias

Temas Importantes

As ideias de cada candidato

Treinador

Formação

Estádio e Bilhética

Modalidades

Futebol Feminino

Relação Institucionais

Centralização dos Direitos Desportivos

Transparência

Associados

Treinador

A escolha do treinador define o rumo desportivo do clube. Entre continuidade ou mudança, os candidatos apresentam visões distintas sobre o perfil ideal para liderar o Benfica.

Martim Mayer evita pronunciar-se diretamente sobre o treinador em funções, para não criar instabilidade. Defende que o essencial é profissionalizar a estrutura com um Diretor-Geral para o futebol, que coordene scouting, formação e equipa principal. Quer uma visão global e coerente, em vez de decisões avulsas. Acredita que só assim se garante planeamento estratégico e continuidade. O treinador será sempre escolhido dentro dessa filosofia e modelo definidos pela estrutura. Assim, o foco está na organização duradoura, mais do que em nomes pontuais.

Martim Mayer

Sobre a escolha do treinador, João Diogo Manteigas tem sido claro: considera que Bruno Lage é o atual treinador do Benfica e, caso vença as eleições, será com ele que pretende continuar, desde que aceite o projeto que lhe irá apresentar. Sublinha que não parte para a presidência com a ideia de mudar por mudar, mas sim de construir estabilidade. Acredita que, com nova direção, Lage poderá melhorar aspetos da equipa. Descarta Sérgio Conceição pois não encaixa minimamente no perfil que defende para treinador do Benfica.

João Diogo Manteigas

Noronha Lopes defende que o Benfica tem de ter uma identidade própria e um modelo de jogo claro, assente em posse de bola, pressão alta e futebol ofensivo. Para si, o treinador deve adaptar-se à filosofia do clube e não o contrário. Sublinha que não fala em nomes concretos antes das eleições para não criar instabilidade no plantel, mas deixa claro que há perfis mais alinhados com a sua visão. Garante que não aceitaria Sérgio Conceição, por representar um estilo incompatível com o Benfica, e admite que Rúben Amorim seria uma hipótese em cima da mesa.

João Noronha Lopes

Defende que o Benfica deve ter um treinador de topo, entre os cinco melhores do mundo, alguém habituado a disputar a Liga dos Campeões até fases adiantadas e, idealmente, com experiência em finais. Para ele, o Benfica não se pode contentar com a realidade nacional, devendo afirmar-se no panorama internacional e apontar a títulos europeus. Considera que o clube tem dimensão e atratividade suficientes para convencer qualquer treinador de elite, desde que exista uma liderança forte, estabilidade e um projeto credível.

Cristovão Carvalho

Formação

A formação é vista como um pilar estratégico do Benfica, garantindo identidade, sustentabilidade e talento para o futuro. Os candidatos apresentam diferentes visões sobre como potenciar o Seixal e integrar jovens na equipa principal.

Defende uma formação para vencer e não apenas para vender, apostando em manter os talentos no clube por pelo menos 2 a 3 épocas. Propõe incentivos financeiros e desportivos para segurar os jogadores e recompensar quem os promove à equipa principal. Quer reforçar o papel do Seixal e implementar um protocolo claro de progressão, permitindo que os jovens cheguem mais cedo à equipa A. Valoriza a manutenção da equipa B e dos Sub-23 como etapas essenciais de preparação. Apoia a criação de academias internacionais e um polo de formação no norte do país, expandindo também as escolas do Benfica em regime de franchising. Não defende quotas fixas, mas sim um modelo estruturado que combine formação e scouting com ambição de conquistas.

João Noronha Lopes

Cristóvão Carvalho coloca a formação no centro da estratégia do Benfica, defendendo metas concretas: ter 4 titulares vindos do Seixal e 25% do plantel formado no clube. Propõe que os jogadores de topo da formação permaneçam pelo menos 4 anos na equipa principal, para garantir identidade e continuidade. Considera essencial reforçar o recrutamento e aproveitar ao máximo os talentos já desenvolvidos. Defende equipas competitivas, que combinem jovens formados no Benfica com contratações cirúrgicas de qualidade. Para ele, a integração da formação na equipa A é fundamental para o sucesso desportivo. Sublinha ainda que a formação é não só um pilar de identidade, mas também um meio de sustentabilidade financeira a longo prazo.

Cristovão Carvalho

Propõe a criação de uma Direção-Geral do Futebol, com coordenadores para a formação–scouting garantindo uma visão integrada. O Benfica Campus deve ser o centro da estratégia, oferecendo a cada atleta um plano individual 360º, desportivo, académico e formativo. Defende uma estratégia de médio e longo prazo, com alinhamento filosófico por posição e modelo de jogo, para maximizar o valor do talento produzido. Pretende reforçar a prospeção, mas contratar apenas o que não é formado internamente, reduzindo a dependência de compras externas. Estabelece como meta ter sempre cinco jogadores da formação no plantel principal, evitando vendas prematuras e garantindo cláusulas de recompra em transferências até 5–8M€.

Martim Mayer

Considera a formação o ponto forte do Benfica e critica a atual direção pela quebra significativa de minutos dados aos jovens na equipa principal. Defende uma aposta séria e consistente, com o objetivo de reter talentos por mais tempo antes de os vender, como no caso de João Neves. Quer reduzir a dependência financeira da venda de jogadores e implementar uma política desportiva mais planeada e estável. Propõe uma estrutura reforçada, com dois diretores desportivos: um para o futebol profissional e Sub-23, e outro dedicado à formação, a quem chama “Campos”. Acredita que o sucesso do Benfica deve assentar na valorização contínua do Seixal. Para ele, a formação é a base para identidade, estabilidade e conquistas sustentáveis.

João Diogo Manteigas

Estádio e Bilhética

A formação é vista como um pilar estratégico do Benfica, garantindo identidade, sustentabilidade e talento para o futuro. Os candidatos apresentam diferentes visões sobre como potenciar o Seixal e integrar jovens na equipa principal.

Defende uma formação para vencer e não apenas para vender, apostando em manter os talentos no clube por pelo menos 2 a 3 épocas. Propõe incentivos financeiros e desportivos para segurar os jogadores e recompensar quem os promove à equipa principal. Quer reforçar o papel do Seixal e implementar um protocolo claro de progressão, permitindo que os jovens cheguem mais cedo à equipa A. Valoriza a manutenção da equipa B e dos Sub-23 como etapas essenciais de preparação. Apoia a criação de academias internacionais e um polo de formação no norte do país, expandindo também as escolas do Benfica em regime de franchising. Não defende quotas fixas, mas sim um modelo estruturado que combine formação e scouting com ambição de conquistas.

João Noronha Lopes

Cristóvão Carvalho coloca a formação no centro da estratégia do Benfica, defendendo metas concretas: ter 4 titulares vindos do Seixal e 25% do plantel formado no clube. Propõe que os jogadores de topo da formação permaneçam pelo menos 4 anos na equipa principal, para garantir identidade e continuidade. Considera essencial reforçar o recrutamento e aproveitar ao máximo os talentos já desenvolvidos. Defende equipas competitivas, que combinem jovens formados no Benfica com contratações cirúrgicas de qualidade. Para ele, a integração da formação na equipa A é fundamental para o sucesso desportivo. Sublinha ainda que a formação é não só um pilar de identidade, mas também um meio de sustentabilidade financeira a longo prazo.

Cristovão Carvalho

Propõe a criação de uma Direção-Geral do Futebol, com coordenadores para a formação–scouting garantindo uma visão integrada. O Benfica Campus deve ser o centro da estratégia, oferecendo a cada atleta um plano individual 360º, desportivo, académico e formativo. Defende uma estratégia de médio e longo prazo, com alinhamento filosófico por posição e modelo de jogo, para maximizar o valor do talento produzido. Pretende reforçar a prospeção, mas contratar apenas o que não é formado internamente, reduzindo a dependência de compras externas. Estabelece como meta ter sempre cinco jogadores da formação no plantel principal, evitando vendas prematuras e garantindo cláusulas de recompra em transferências até 5–8M€.

Martim Mayer

Considera a formação o ponto forte do Benfica e critica a atual direção pela quebra significativa de minutos dados aos jovens na equipa principal. Defende uma aposta séria e consistente, com o objetivo de reter talentos por mais tempo antes de os vender, como no caso de João Neves. Quer reduzir a dependência financeira da venda de jogadores e implementar uma política desportiva mais planeada e estável. Propõe uma estrutura reforçada, com dois diretores desportivos: um para o futebol profissional e Sub-23, e outro dedicado à formação, a quem chama “Campos”. Acredita que o sucesso do Benfica deve assentar na valorização contínua do Seixal. Para ele, a formação é a base para identidade, estabilidade e conquistas sustentáveis.

João Diogo Manteigas

Modalidades

O tema Modalidades aborda a visão dos candidatos para o ecletismo do Benfica, a gestão financeira e a aposta nas diferentes equipas.

Defende que o Benfica deve continuar a ser um clube eclético, mas com uma gestão profissional das modalidades. Explica que já tem uma equipa a trabalhar nessa área, com foco em eficiência operacional e sustentabilidade financeira. Quer manter as modalidades históricas e de forte ligação ao clube, mas também está aberto a apostar em novas modalidades que façam sentido, desde que tragam retorno e prestígio desportivo. Sublinha que é preciso garantir equilíbrio entre paixão e racionalidade, assegurando que cada modalidade tem condições reais de competir. Valoriza igualmente a formação e a ligação dos adeptos às modalidades, que considera parte da identidade Benfiquista.

João Diogo Manteigas

Defende uma gestão mais profissional e transparente das modalidades, com um vice-presidente a tempo inteiro e um diretor-geral especializado. Critica o balanço negativo atual, sobretudo nas modalidades masculinas, e promete maior rigor na definição de orçamentos e custos, com responsabilização por cada secção. Garante que todas as modalidades, masculinas e femininas, serão mantidas, mas com ambição real de ganhar e não apenas competir. Considera fundamental mais organização e transparência, rejeitando a opacidade que diz existir na atual direção. Recorda ainda a promessa falhada da “Cidade das Modalidades” e defende investimento planeado e realista.

João Noronha Lopes

Apresenta metas concretas: vencer 3 em cada 5 títulos nas modalidades masculinas de pavilhão e 4 em cada 5 no feminino, além de conquistar 50% dos campeonatos e taças nas restantes modalidades. Defende uma profunda reestruturação da formação, que considera estagnada há 10 anos, apostando em protocolos de base e na valorização de treinadores e atletas internos. Quer profissionalizar a gestão das modalidades principais, com uma estrutura própria e dedicada, rejeitando o atual modelo de apenas um vice-presidente. Propõe também infraestruturas concentradas em Lisboa (como Oeiras ou Amadora), para reduzir a dispersão existente. Valoriza ainda o reforço do investimento nas modalidades amadoras, que vê como parte da função social do Benfica.

Cristovão Carvalho

Defende o ecletismo como pilar identitário do Benfica, mas com uma gestão exigente, sustentável e focada em títulos. Propõe a criação de núcleos/centros de competência regionais (ex.: hóquei em Barcelos, vólei em Espinho, basquetebol em Aveiro) para desenvolver formação, captar talento e reduzir custos de residências em Lisboa. Quer mudar o paradigma contratual, com salários base mais baixos e prémios elevados por conquistas, promovendo meritocracia e motivação. As modalidades que cumprirem objetivos terão mais investimento, enquanto as restantes terão de justificar resultados e procurar financiamento adicional. Rejeita qualquer desinvestimento e reforça que todas as modalidades de pavilhão serão mantidas, aproximando.

Martim Mayer

Centralização dos Direitos Desportivos

O futuro modelo de distribuição que pretende mudar o equilíbrio financeiro entre os clubes.

Considera os direitos televisivos “a principal receita futura” do futebol português e defende que o Benfica deve liderar o processo, nunca segui-lo. Para ele, os sócios devem ser chamados a votar sobre o destino desta receita estratégica, a par da Champions e da venda de jogadores. Critica a decisão do Benfica de sair do processo de negociação da Liga, sublinhando que o clube deve estar presente para defender os seus interesses. Propõe que a distribuição respeite o verdadeiro valor do Benfica e rejeita o modelo atual, que considera mal concebido e baseado em estimativas irrealistas. Defende ainda que o clube deve recorrer aos melhores especialistas para negociar em nome dos sócios.

Cristovão Carvalho

Encara a centralização como um processo inevitável, mas insiste que deve ser feita de forma justa e proporcional ao peso de cada clube. Defende que o Benfica, sendo o maior motor de receitas do futebol português, não pode aceitar uma distribuição que desvalorize a sua dimensão. Critica a atual direção por ter perdido protagonismo institucional e por não defender com firmeza os interesses do clube neste dossiê. Reforça que a centralização pode ser uma oportunidade para reforçar a Liga, mas só se o Benfica liderar o processo e não for colocado no mesmo patamar de clubes com impacto incomparavelmente menor. O seu compromisso é assegurar que o Benfica recebe aquilo que realmente vale.

João Diogo Manteigas

Defende que o Benfica deve liderar o processo de centralização, assumindo papel ativo e organizador. Garante que o clube deve assegurar a manutenção ou aumento da receita atual, nunca aceitando perder valor neste modelo. Critica a passividade da direção atual e sublinha que o Benfica não pode continuar a ser colocado de fora das decisões. Considera fundamental melhorar o “produto Liga”, com melhores condições nos estádios e uma valorização comercial que beneficie todos, mas sobretudo um Benfica competitivo a nível internacional. Reconhece que a lei obriga à centralização, mas insiste que o Benfica tem de estar no centro da negociação, com voz decisiva.

Martim Mayer

É favorável à centralização, mas apenas com condições que salvaguardem os interesses do Benfica. Defende que o clube deve liderar o processo, mesmo que isso signifique ir contra a corrente. Considera que o decreto-lei em vigor deve ser revisto à luz das novas condições de mercado e exige que o Benfica nunca receba menos do que atualmente. Aponta o silêncio da Liga e do Governo como sinal de inação e subserviência, contra a qual se opõe. Quer um modelo negociado de forma transparente, discutido com o Governo e aberto à concorrência, para valorizar o produto “futebol português”. Sublinha que, sendo o Benfica o maior gerador de receitas, não pode aceitar ser tratado em pé de igualdade com clubes de impacto muito menor.

João Noronha Lopes

Relações Institucionais

O papel do Benfica no futebol português e europeu, a sua ligação com rivais, Liga e Federação, e a forma como deve defender os interesses do clube.

Defende que o Benfica deve manter relações cordiais com os rivais e a Liga, mas sempre com firmeza na defesa dos seus interesses. Critica o apoio dado pela atual direção a Pedro Proença, considerando que enfraqueceu o protagonismo institucional do clube. Para ele, o Benfica tem de liderar o debate sobre a centralização dos direitos televisivos, garantindo justiça e valorização adequada. Propõe ainda reformas estruturais na arbitragem e na disciplina, com mecanismos mais transparentes e eficazes. Entre as medidas, destaca a divulgação dos áudios do VAR, para aumentar a confiança e a credibilidade no futebol português. A sua visão passa por um Benfica líder, exigente e respeitado no panorama nacional.

João Noronha Lopes

Defende que o Benfica deve manter respeito institucional com todos os clubes, mas nunca aceitar desrespeito. Critica a postura atual, que considera demasiado passiva perante a Liga e a Federação, e promete firmeza na defesa dos interesses benfiquistas. Quer repor o prestígio institucional do clube, assegurando que volta a ter peso e voz nas grandes decisões. Defende relações profissionais e equilibradas, livres de guerras públicas ou dramatizações que apenas desgastam a imagem do Benfica. Sublinha que o clube deve ser firme e claro na forma como se posiciona perante os órgãos do futebol.

Cristovão Carvalho

Martim Mayer propõe a criação de um Gabinete de Relações Institucionais, responsável por gerir o relacionamento com FPF, Liga, UEFA e FIFA, reforçando o peso do Benfica nestas instâncias. Defende reformas estruturais no futebol português, como a independência dos Conselhos de Arbitragem, Justiça e Disciplina, bem como alterações competitivas e fiscais. Quer relações institucionais com Sporting e FC Porto marcadas por elevação e respeito, mas sem submissão e com firmeza em caso de desrespeito. Sublinhará a importância de o Benfica ser visto como parceiro de referência, exigindo diálogo prévio com candidatos a cargos na Liga e FPF. Afirma que a defesa do clube deve ser firme, mas sem alimentar polémicas desnecessárias.

Martim Mayer

João Diogo Manteigas defende que o Benfica deve estar preparado para competir de igual para igual com o Sporting, dentro e fora de campo. Considera essencial uma liderança forte para manter a hegemonia e não perder influência nas instâncias do futebol. Critica a saída do Benfica das negociações da centralização dos direitos televisivos e afirma que o clube deve liderar o processo, à semelhança do modelo espanhol. Aponta que o Sporting tem exercido influência nos bastidores, nomeadamente nas eleições da Liga e da AFL, e acusa Rui Costa de ter seguido a linha de Frederico Varandas. Defende ainda que, após declarações do presidente do Sporting, as relações institucionais fora da Liga e da FPF deveriam ser cortadas.

João Diogo Manteigas