Lista G
Rui Costa (53 anos), sócio 6.034, é uma figura incontornável do futebol português. Formou-se no Sport Lisboa e Benfica onde brilhou como jogador e que atualmente lidera como presidente desde 2021.
Com uma carreira desportiva de excelência, destacou-se como médio criativo ao serviço do Benfica, Fiorentina e AC Milan, tendo conquistado títulos nacionais e internacionais, incluindo a Liga dos Campeões. Foi também internacional português por mais de uma década, representando a Seleção Nacional em várias competições de topo.
Após pendurar as chuteiras, Rui Costa regressou ao Benfica para integrar a estrutura diretiva, assumindo gradualmente responsabilidades estratégicas no futebol profissional.
Sob a sua liderança, o Benfica venceu um campeonato nacional, uma Supertaça e uma Taça da liga.
Rui Costa escolheu as redes sociais para anunciar a sua recandidatura prometendo fazer o que ainda não foi feito.
Nasceu na Damaia, Amadora, a 29 de março de 1972.
Aos cinco anos começou a jogar no Damaia Ginásio Clube e quatro anos depois participou nos treinos de captação do Benfica, não tendo o seu talento passado despercebido a Eusébio.
Em maio de 2006, Rui Costa acertou a rescisão por mútuo acordo com o Milan, regressando ao seu clube de coração, o Sport Lisboa e Benfica, tendo colocado um ponto final na carreira finda a temporada de 2007/08.
A 14 de maio de 2008, inicia o seu percurso como dirigente: Rui Costa assume as funções de diretor desportivo do Sport Lisboa e Benfica e torna-se também administrador da Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD.
Depois de ser eleito vice-presidente em outubro de 2020, a 9 de julho de 2021, após renúncia de Luís Filipe Vieira, assume o cargo de presidente interino. A 10 de outubro de 2021, é eleito o 34.º presidente do Sport Lisboa e Benfica nas eleições mais participadas da história do Clube.
Financeiro
Financeiro
Relações Insititucionais
Casas do Benfica
Sustentabilidade, Auditoria e Compliance
Comercial, Marketing e Media
Modalidades
Jurídico
Internacional e Digital
Presidente
Vice Presidente
Secretário
Secretário
Secretário
Presidente
Vice Presidente
Vogal
Vogal
Vogal
Rui Costa sucedeu a Luís Filipe Vieira em outubro de 2021.
Principais decisões desportivas:
Saída de Jorge Jesus, entrada de Nelson Veríssimo (interino).
Contratação de Roger Schmidt (2022), conquista do campeonato 2023.
Supertaça ganha, mas contestação crescente a Schmidt.
Saída de Schmidt, entrada de Bruno Lage, Taça da Liga ganha mas sem campeonato.
Saída de Lage após derrota com Qarabağ → entrada de José Mourinho.
Resultados financeiros:
+700M € em vendas.
~450M € em contratações.
Apenas 4 títulos em 3 anos, Rui Costa assume mágoa por não ter ganho mais.
Reconhece maus resultados recentes (empate com Rio Ave, derrota na Champions).
Afirma que não se preocupa em perder eleições, mas quer renovar mandato.
Considera que o momento atual é de desgaste físico e emocional da equipa.
Mourinho visto como aposta estratégica, não eleitoral.
Bruno Lage:
Relação pessoal próxima e respeitosa.
Rui Costa nega conspirações ou “plano” para a sua saída.
Lage abdicou de ~2M € na rescisão → prova de caráter e benfiquismo.
Desgaste acumulado na relação com jogadores e resultados pesou na decisão.
José Mourinho:
Contrato “valioso mas sustentável”.
Salário mais baixo desde que saiu de Portugal.
Cláusula rara: 3M € de indemnização tanto se sair como se for despedido.
Considerado treinador ideal pela experiência e vontade de treinar o Benfica.
Contestação de candidatos rivais sobre dívida e liquidez.
Rui Costa defende:
Contexto COVID aumentou dívida sem receitas.
Investimentos no futebol foram calculados e controlados.
Benfica continua com capitais próprios positivos e recorde de receitas.
Cumprimento sempre dos empréstimos obrigacionistas (140% de procura no último).
Teto salarial: entre 4M € e 4,5M € brutos anuais.
Rui Costa recusa confronto direto.
Diz sentir mágoa por Vieira só o ter criticado depois de sair.
Assume que não está no Benfica para “lavar roupa suja”.
Reitera que restaurou credibilidade institucional após casos judiciais.
João Neves: inevitável pela necessidade de receitas e proposta irrecusável.
João Félix: tentou o regresso, mas proposta da Arábia foi incombatível.
Defende que o Benfica tem conseguido boas vendas face à realidade portuguesa.
Rui Costa afirma: “O Benfica tem presidente, não dono”.
Todas as decisões passam por ele, rejeita ideia de “presidente-sombra” (Nuno Costa).
Explica que houve saídas de dirigentes, mas por motivos diversos.
Afirma que renovou quase toda a administração desde que assumiu.
Plantel 2025 mais equilibrado e com aposta em músculo no meio-campo (Enzo, Ríos).
Scouting procura jogadores universais, aptos para Liga portuguesa e Champions.
Meta europeia: chegar às meias-finais da Liga dos Campeões com Mourinho.
Rui Costa defende que centralização pode prejudicar os clubes.
Benfica já tem propostas acima do contrato atual (válido até 2026).
Garantiu que não abdicará dos direitos do Benfica.
Rui Costa sucedeu a Luís Filipe Vieira em outubro de 2021.
Principais decisões desportivas:
Saída de Jorge Jesus, entrada de Nelson Veríssimo (interino).
Contratação de Roger Schmidt (2022), conquista do campeonato 2023.
Supertaça ganha, mas contestação crescente a Schmidt.
Saída de Schmidt, entrada de Bruno Lage, Taça da Liga ganha mas sem campeonato.
Saída de Lage após derrota com Qarabağ → entrada de José Mourinho.
Resultados financeiros:
+700M € em vendas.
~450M € em contratações.
Apenas 4 títulos em 3 anos, Rui Costa assume mágoa por não ter ganho mais.
Reconhece maus resultados recentes (empate com Rio Ave, derrota na Champions).
Afirma que não se preocupa em perder eleições, mas quer renovar mandato.
Considera que o momento atual é de desgaste físico e emocional da equipa.
Mourinho visto como aposta estratégica, não eleitoral.
Bruno Lage:
Relação pessoal próxima e respeitosa.
Rui Costa nega conspirações ou “plano” para a sua saída.
Lage abdicou de ~2M € na rescisão → prova de caráter e benfiquismo.
Desgaste acumulado na relação com jogadores e resultados pesou na decisão.
José Mourinho:
Contrato “valioso mas sustentável”.
Salário mais baixo desde que saiu de Portugal.
Cláusula rara: 3M € de indemnização tanto se sair como se for despedido.
Considerado treinador ideal pela experiência e vontade de treinar o Benfica.
Contestação de candidatos rivais sobre dívida e liquidez.
Rui Costa defende:
Contexto COVID aumentou dívida sem receitas.
Investimentos no futebol foram calculados e controlados.
Benfica continua com capitais próprios positivos e recorde de receitas.
Cumprimento sempre dos empréstimos obrigacionistas (140% de procura no último).
Teto salarial: entre 4M € e 4,5M € brutos anuais.
Rui Costa recusa confronto direto.
Diz sentir mágoa por Vieira só o ter criticado depois de sair.
Assume que não está no Benfica para “lavar roupa suja”.
Reitera que restaurou credibilidade institucional após casos judiciais.
João Neves: inevitável pela necessidade de receitas e proposta irrecusável.
João Félix: tentou o regresso, mas proposta da Arábia foi incombatível.
Defende que o Benfica tem conseguido boas vendas face à realidade portuguesa.
Rui Costa afirma: “O Benfica tem presidente, não dono”.
Todas as decisões passam por ele, rejeita ideia de “presidente-sombra” (Nuno Costa).
Explica que houve saídas de dirigentes, mas por motivos diversos.
Afirma que renovou quase toda a administração desde que assumiu.
Plantel 2025 mais equilibrado e com aposta em músculo no meio-campo (Enzo, Ríos).
Scouting procura jogadores universais, aptos para Liga portuguesa e Champions.
Meta europeia: chegar às meias-finais da Liga dos Campeões com Mourinho.
Rui Costa defende que centralização pode prejudicar os clubes.
Benfica já tem propostas acima do contrato atual (válido até 2026).
Garantiu que não abdicará dos direitos do Benfica.